Bruno Miguel em 08/09/2008 às 18:59
Com a sua paixão cega pela co-incineração, aposto que o nosso ilustre Primeiro-Ministro não vai gostar nada de ficar a conhecer este estudo, feito pela Universidade de Coimbra, que afirma que mesmo uma quantidade ínfima de Tetraclorodibenzo-p-dioxina e Dibenzofuranos causam graves problemas de saúde.
Começa-me a cheirar a tabaco na residência de São Bento...
Henrique Mouta em 08/09/2008 às 18:50
Estas é que foram umas férias hm…
Primeiro tenho o problema do pé… E não é que vou para o Algarve relaxar, tomar uns banhos e apanho com uma apendicite… Oh cum caraças! Que sorte.
Supostamente regressaria das minhas férias ontem, mas 6º às 20:00 dei entrada na urgência e as 2 da manhã comecei a ser operado. Depois mais 3 dias - Sabado, Domingo e Segunda - de Pós-operatório no hospital de Faro.
Bah, malditas férias… Bem agora cá fico em casa em repouso… Sem vontade de fazer nada…
Miguel Guerreiro em 08/09/2008 às 18:40

Saiu hoje mais uma versão do Mint, neste caso a versão XFCE da comunidade. Como podem ver no screenshot é muito parecido com a versão "normal". Existem novidades a como um painel de controlo do XFCE modificado de forma a ser mais abrangente. Obviamente recomendo isto a quem use Mint e goste do XFCE como gestor de janelas ou para quem tem uma máquina com uns aninhos e já a reclamar por uma reforma. Podem ler aqui o anúncio de lançamento e sacá-lo aqui.
Fonte: Distrowatch.com
Eurico Leite em 08/09/2008 às 18:30
Num microcontrolador comum, o pograma compilado por nós é programado no chip através de um circuito especial (firmware) compatível, conhecido por programador. No entanto, isto implica que é preciso tirar o microcontrolador do PCB e pô-lo no programador. Repetindo este cenário muita vezes pode danificar os pinos do micontrolador bem como o PCB. Daí existir uma outra alternativa de programar os nossos microcontroladores: explorar a funcionalidade RS232 dos nossos chips e transferir o programa compilado pela porta série, on-chip (sem a necessidade de remover o micro do PCB). Para que isso seja possível, é previamente programado no microcontrolador um pequeno programa (inferior a 200 palavras) que controla a comunicação com o PC e que transfere a informação recebida para a memória de programa do micontrolador. Este programa é designado por “bootloader“.

O seu princípio de funcionamento é simples. Sempre que o microcontrolador for ligado, inicia-se a execução do bootloader. Este começa por perguntar ao PC sobre o que fazer. Se este não disser nada num determinado prazo e se existir um programa na memória do chip, o bootloader executa-o. Caso receba informações do PC, é iniciado o processo de transferência e armazenamento do novo programa. Convém referir que o bootloader tem de funcionar em conjunto com um programa que corre no PC (exemplo de programas: TinyPIC, WinPIC Loader, Pic Downloader).
Já existem inúmeros microcontroladores com o bootloader instalado, alguns da família PIC16 e PIC18 da Microchip, alguns da ATMEL e AVR e mesmo o Arduino.
O circuito de interface com o PC é a configuração típica de quem quer comunicar via porta série:

Artigos Relacionados
Luís Cajão em 08/09/2008 às 18:27
Há coisas que não se tem muitas oportunidades para ver, principalmente quando se vive cá no Norte e a maior parte dos eventos acontecem lá para o Sul. Então com o Porto ali ao pé, em coisa de três dias lá decidimos ir ver essa coisa dos aviões a dar voltinhas em cima do rio - o Red Bull Air Race.
Nove da manhã chegamos a S. Bento , e ir de comboio é sem dúvida a melhor solução, já está um amigo à nossa espera na estação e lá descemos para o rio de mochilas com o farnel às costas, autênticos romeiros como dizia o António. Até porque nestas coisas não há que ter vergonha de levar a comidinha pronta.
Cerca das nove e meia da manhã já estamos do lado de Gaia e decidimos estender arraial junto ao portal da TMN antes que encha mais e depois não conseguimos ver nada. Restam-nos algumas horas de espera já que só está previsto haver animação lá pela uma da tarde.
Chegada a uma da tarde começa-se a ver um countdown nos ecrãs gigantes, pelo meio algumas horas de espera, uns banquinhos comprados, conversas sobre kamikases veteranos, cenas de pancadaria entre mulheres e seguranças. Fim do countdown e começa-se a ouvir Rui Unas a inaugurar as festividades. O Unas é grande, mas é um cromo do caraças!
O espectáculo começa. Caças da força aérea, fuzileiros portugueses num helicóptero Linx, a esquadra de acrobacias Breitling Jet Team, Albatrozes num voo lentinho… E a corrida começa!
Uma coisa é certa, em casa pode-se ver tudo ao pormenor e direitinho, mas nada bate a experiência de ver estes aviões ao vivo e a cores. Compensa bem a espera de horas, apertados e ao sol. Chegado ao fim não fazia a mínima ideia de que tinha ganho. O espectáculo era maior que a competição em si.
Algumas imagens da corrida a seguir »
Vários em 08/09/2008 às 18:14

Olhando rapidamente na imagem das latas acima , você me diria que elas sãos de tinta para parede? Não? Pois, elas são sim. A designer Angela Wijaya desenvolveu esse conceito clean e sofisticado para o design gráfico da linha de tintas Russel Wright.

Mais uma prova de que um design bem planejado valoriza o produto. Ótimo!
Nos acompanhe também pelo Twitter: http://www.twitter.com/comunicadores

Marco Barreto em 08/09/2008 às 18:06
Cátia em 08/09/2008 às 17:27
Primeiro, vêr bimbos que vão na rua com o seu telemóvel em alto som e a passar aquelas músicas odiosas que irritam o mais comum mortal... menos a eles. Uma dica para essa gente inoportuna: phones, são baratinhos tá?
Segundo, a moda (que francamente já não é moda) dos tererés. Eu já tive um (há um ano), porque achava super giro e depois fartei-me. Mas o que me irrita solenemente é ver tererés em gajos. Que apaneleirado!
Terceiro, anúncios aos mais variados serviços e depois chegar ao final e dizer "Preço"... tcharan: "bom preço"! Ora, o que é um bom preço? Para mim, ser um serviço feito à borliú é um bom preço!
Quarto, encontrar pessoas que já não se vê há algum tempo e depois do "olá, tudo bem, então como vai a vidinha e o que estás a fazer agora?" seguem-se sempre as lamúrias de que os tempos estão muito maus e vai estar difícil para arranjar emprego. Irra, já chateia!
Mas depois há outras coisinhas que me alegram porque eu também não sou assim tão rabugenta como o próximo fim-de-semana! Weee... tá quase, quase!